quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Tudo, tudo, tudo é teu é só querer




Tudo, tudo, tudo é teu é só querer
Você quer?
E com um sorriso
É fácil de viver...
É muito importante
Bastante gargalhadas, há há há!
E já, já, já
Não te dói mais nada?

Não se compra um sorriso nem se vende o amor
Não há como pagar é muito caro o coração
Aqui só te ensinam, tudo tem que se pagar,
Mais o meu sorriso,
Ninguém vai poder comprar.

Tudo, tudo, tudo é teu é só querer
Você quer?
E com um sorriso
É fácil de viver...
É muito importante
Bastante gargalhadas, há há há!
E já, já, já
Não te dói mais nada?

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

2010... 2011!!



Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.
Fernando Pessoa

domingo, 28 de novembro de 2010

Oh! Lua


"Eu descobri que a solidão é o grande amor da minha vida
A minha companheira fiel
A mãe que sempre me estende o colo
E o consolo sempre almeijado.
Não tenho outro conselheiro
Ela sempre esteve ao meu lado."

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Bolsa de Grife

Vanessa da Mata
Comprei uma bolsa de grife, mas ouçam que cara de pau.

Ela disse que ia me dar amor, acreditei, que horror.

Ela disse que ia me curar a gripe, desconfiei, mas comprei.

Comprei a bolsa cara pra me curar do mal

Ela disse que me curava o fogo, achei que era normal

Ela disse que gritava e pedia socorro, achei natural

Ainda tenho angústia, sede.

A solidão, a gripe e a dor.

E a sensação de muita tolice nas prestações que eu pago pela tal bolsa de grife.

(2x)

Nem pensei, um impulso pra sanar um momento.

Silenciar, barulho. Me esqueci de respirar.

Um, dois, três

Eu paro.

Hoje sei

Que nem tudo será

Escrevi meu colar,

Dentro há o que procuro

Ainda tenho angústia, sede.

A solidão, a gripe e a dor.

E a sensação de muita tolice nas prestações que eu pago pela tal bolsa de grife.

(2x)

Meu amigo comprou um carro pra se curar do mal.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Miscelânea



Sou uma miscelânea, sou a soma de um monte de pessoas e de algumas ideias malucas.

Kléber Novartes

domingo, 15 de agosto de 2010

Se avexe não


Amanhã pode acontecer tudo
Inclusive nada

Se avexe não
A lagarta rasteja até o dia
Em que cria asas

Se avexe não
Que a burrinha da felicidade
Nunca se atrasa

Se avexe não
Amanhã ela pára na porta
Da sua casa

Se avexe não
Toda caminhada começa
No primeiro passo
A natureza não tem pressa
Segue seu compasso
Inexorávelmente chega lá

Se avexe não

Observe quem vai subindo a ladeira
Seja princesa ou seja lavadeira
Pra ir mais alto vai ter que suar